quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O Livro de Eli

The Book of EliDesde que assinei um plano de 1 mega eu tenho assistido a um bocado de filmes em casa e tenho me desgostado em muito com a sétima arte. Não que eu não goste ou não possa ir a um cinema, mas do jeito que vai e difícil pagar 15 ou 20 reais por uma entrada sem contar com condução, e levar uma “balde de água fria”. O cinema atual tem passado por uma crise de novidades e originalidade sem precedente, até mesmo bons filmes com idéias interessantes como O Livro de Eli (The Book of Eli) de 2010, dirigido por Albert Hughes e Allen Hughes não e exceção. Não direi que foi decepcionante, pois já esperava isso mesmo de filme.

Trinta anos após um evento apocalíptico, Eli (Denzel Washington) viaja a pé em direção à costa oeste dos Estados Unidos da América. Ao longo do caminho, ele demonstra estranhas habilidades de luta, ao derrotar rapidamente um grupo de bandidos que tentam uma emboscada contra ele. Procurando por uma fonte de água, ele chega a uma cidade em ruínas construída e gerida por Carnegie (Gary Oldman). Que tem o sonho de construir mais cidades como aquela e poder controlar as pessoas, usando o poder persuasão de um determinado livro (a Bíblia).

Depois de passar por varia privações e perigos em seu caminho Eli é abandonado pela sua proteção, e leva um tiro fatal ao tentar ajudar Solara (Mila Kunis), mas praticamente ressuscita e cumpri sua missão levando as palavras da Bíblia em sua cabeça para um copista na ilha de Alcatraz, Lombardi (Malcolm McDowell), que reescreve o livro (ai se descobre um fato curioso Eli e cego e a bíblia que ele carregava e um exemplar em Braille). A imprensa de Alcatraz começa a imprimir a nova Bíblia. A Solara é oferecido refúgio em Alcatraz, mas em vez disso ela opta por voltar para casa.

Tirando algumas tiradas sensacionais de Gary Oldman, que mais uma vez dar uma ajuda a um roteiro fraco, o filme foi muito previsível parecendo mais uma reedição moderna e politicamente correta da paixão de cristo, com toda a carga propagandística cristã, o filme e franco e não empolga.

Não sei a intenção do roteirista foi essa mesma ou se e só impressão minha, mas elevar a Bíblia a categoria de livro mais importante do mundo já e forçar a barra um pouquinho de mais; um terço da humanidade sequer sabe o que e a Bíblia, tirando isso o filme não e ruim mais falha em levantar polemica.

Este filme não se compara a clássicos do gênero, como Mad Max (George Miller) com o atual casca grossa do Mel Gibson ou o recente A Estrada (The Road) de John Hillcoat com Viggo Mortensen, este a meu ver e um dos melhores; traz toda a agonia e o desespero de filme com esta temática. Mas vale apena assisti-lo já que bons filmes são aves raras hoje me dia.

Eu esperava um pouco mais do filme, mas como eu disse não e um filme ruim, ele traz algumas criticas boas (de novo do Gary Oldman), mas não cativa só deixa uma certeza, coisas más pode vim de boas intenções, ou melhor, de boas intenções o inferno esta cheio.

Assista ao filme baixando-o com o Dreamule pelo PootzForce.

2 comentários:

  1. A Bíblia do filme é escrita em Braile , só que na verdade, ela pesa 40 quilos e tem 2,00 metros , como levar isso tudo numa mochila

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    1. Anônimo, esqueça esse filme, é perca de tempo. E bem melhor Mad Max, versão original, ou A Estrada (The Road).

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