
Interstellar é um filme anglo-americano de ficção científica de 2014 dirigido por Christopher Nolan. Ele conta a história de um grupo de exploradores espaciais, Matthew McConaughey (Cooper), Anne Hathaway (Brand), que viajam através de um buraco de minhoca para averiguar possíveis locais para uma nova Terra. O roteiro e trabalho de quatro mãos (os irmão Nolan), com ajuda informar do físico teórico Kip Thorne.
Sinceramente estão gabando demais; e ele é mais um da linha dos filmes “endeusamento da raça humana”. O pieguismo açucarado chegar a doer em que é diabético. Não faltou nem a menina birrenta Murph (Mackenzie Foy), nem o adolescente imbecil Tom (Timothée Chalamet) que vira adulto idiota. Como sempre neste tipo de “película” o ser sintético (TARS) é sacrificado em beneficio da raçinha escrota.
As pessoas associam a 2001 - Uma Odisséia no Espaço de Kubrick e Clarke. E por ser um filme do Nolan (o “cara” do Batman) acharam que seria “mega fodastico”, alguns não gostaram do resultado. Desculpe-me, mais aqui não tem Heath Ledger morto por overdose para catapultar o filme a “Cult”.

O filme recebeu muitas criticas positivas, aclamando a performance de Scarlett Johansson, os efeitos especiais e as cenas de ação. Mais foi muito criticado pelo mito da capacidade cerebral que resulta em poderes e habilidades sobre humanas e por ser um filme muito complexo para se compreender de imediato. E, mais ninguém falou do "farm boy ultra mega fodastico, piloto, engenheiro e ladrão de drones" e a crença no amor do Nolan.
Sinceramente os filmes não são lá essas coisas, mais são exemplos do mito moderno destrinchado por Joseph Campbell. Isso acabou por me levar a iniciar a leitura de O Poder do Mito e ter uma decepção logo de cara. Notei que lendas quando entram no inconsciente coletivo, não sai de jeito nenhum. O próprio Campbell não escapa disso, pelo menos e o que deixa transparecer em sua crença no mito americano, e da deusa. Porra Campbell até tu. Foi uma falha minha não ler a obra completa dele; achei que sua visão era isenta, mais foi ledo engano.
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